Disturbios Hormonais – Sintomas, Doenças, Tratamento

Doenças, Sintomas e Tratamento dos Distúrbios Hormonais

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Os distúrbios hormonais podem ocorrer como síndrome de deficiência poliglandular e em geral apresentam uma herança genética. Trata-se de uma deficiência onde as glândulas endócrinas produzem quantidades de hormônios menores do que deveriam. É comum que nessa síndrome, esses distúrbios hormonais  iniciem-se devido a uma doença auto-imune, uma infecção, um suprimento sangüíneo inadequado à glândula ou mesmo um tumor. Geralmente depois de uma glândula ser lesada, outras  reduzem ou interrompem o seu funcionamento. A isso se chama falência múltipla das glândulas endócrinas. Para se efetuar o diagnóstico correto podem ser utilizados exames de sangue para verificar a produção de hormônios. O tratamento deste tipo de distúrbio se baseia em reposição hormonal, jé que não tem cura. Em caso de hipoatividade da tireóide o tratamento ser suplementação de hormônios tireoidianos; se por exemplo se tratar de um indivíduo com hipoatividade adrenal o tratamento seria com corticosteróides;  a diabetes é tratada com insulina e assim por diante.
Quando um funcionamento inadequado da hipófise parece provável, o médico solicita exames de sangue para determinar as concentrações hormonais. A mensuração da concentração do hormônio do crescimento nem sempre é útil ou é indicativa de uma deficiência, pois o organismo produz este hormônio em breves episódios que elevam a sua concentração e a reduzem rapidamente. Para detectar uma deficiência de hormônio do crescimento, o médico pode mensurar a concentração do fator de crescimento semelhante à insulina (IGF-I). Alguns hormônios hipofisários são mensurados diretamente; outros são mensurados várias vezes em um período de 1 a 12 horas após ser aplicado um estímulo específico (oral ou injetável). Podem ser realizadas radiografias das mãos para se determinar a idade óssea, a qual indica se os ossos ainda estão crescendo e quanto tempo continuarão a crescer). A tomografia computadorizada (TC) ou a ressonância magnética (RM) da cabeça pode detectar um tumor ou outra anomalia estrutural da hipófise ou em suas proximidades.
As crianças com deficiência de um determinado hormônio hipofisário podem ser submetidas a uma terapia de reposição hormonal com um hormônio sintético idêntico. Por exemplo, as crianças com baixa estatura por causa de uma deficiência do hormônio do crescimento podem ser tratadas com o hormônio do crescimento sintético. Essas crianças podem crescer 5 a 15 centímetros no primeiro ano de tratamento. O crescimento subseqüente é mais lento. A reposição do hormônio do crescimento não é adequada para as crianças baixas que possuem concentração normal do hormônio do crescimento. Novos tratamentos que estimulam a produção natural do hormônio do crescimento pelo organismo encontram-se em estudo.

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Tanto o hormônio hipofisário em falta como o hormônio que depende do hormônio hipofisário podem ser repostos. Geralmente, a segunda abordagem é a preferida. Por exemplo, uma criança que não consegue produzir o hormônio estimulante da tireóide é tratada com hormônio tireoidiano. A testosterona é administrada ao menino que não consegue produzir o hormônio folículo-estimulante e o hormônio luteinizante, e o estrogênio é administrado à menina que não consegue produzir esses dois hormônios.

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